Ressonâncias magnéticas mostram padrões médios no TDAH: hipoativação frontoestriatal, alterações no cerebelo, DMN mais intrusiva e diferenças em substância branca. fMRI e DTI explicam distração, preferência por recompensas imediatas e dificuldade de inibir respostas. Não é exame diagnóstico, mas um mapa neurobiológico que orienta manejo.

